Das inúmeras coisas que pudemos aprender ontem com o mestre David Baverstock, uma foi como os vinhos alentejanos podem sim envelhecer bem.
David é um defensor (e um dos precursores) da utilização de castas internacionais associadas às autóctones da região exatamente para fornecer maior estrutura tânica e acidez que possibilitem um maior tempo de guarda aos vinhos.
Um dos bons exemplos disso foi o Private Selection 2008 (Alicante Bouschet e Aragonês) que provamos ontem.
Visualmente jovem e, apesar de 11 anos de vida, cheio de frescor, com leve desenvolvimento de terciários e, segundo o próprio David, um vinho com potencial de evolução por mais uns 10 anos.

Vinho não é ciência exata. Que bom!
Ate a próxima taça, Keli Bergamo