Conheci o Celeste na Expovinis de 2.015 através da equipe da Importadora Devinum, responsável pelos vinhos da multifacetada Torres no Brasil.

E foi amor ao primeiro gole. Dentre diversos rótulos provados – lembrando que a Torres possui vinícolas em diversos países como Chile, Estados Unidos, Uruguai, Argentina, Portugal, Itália além da Espanha – foi o que mais me encantou.

Tempranillo cultivado em vinhedos de grande altitude de Ribeira Del Duero (daí seu nome, já que os vinhedos estão mais próximos do céu), estagiou em barricas de carvalho francês e americano por 12 meses, e tem uma sutileza difícil de encontrar nos diversos tempranillos disponíveis no mercado nacional, e que muitas vezes carecem de equilíbrio.
 

 
No nariz um caramelo arrebatador dá lugar à aromas de frutas negras, que aliados a uma leve pimenta e taninos equilibrados, o tornam um vinho muito fácil de degustar com ou sem acompanhamentos.

De queijos curados a embutidos, passando por carnes assadas e de caça, o Celeste cumpre bem seu papel de vinho curinga.

Na última vez que o degustei, harmonizamos com esfirras de carne e o resultado foi surpreendentemente bom.

Além de tudo o rótulo é lindo e faz jus ao belo nome que lhe foi confiado.

A Devinum distribui os vinhos da Torres por todo o país  (para saber onde encontrá-lo, acesse o site da importadora: www.devinum.com.br) e esse mês seus rótulos ícones – incluindo o Celeste – serão degustados em Londrina pela Cofevil e pela Covil, as duas maiores confrarias da cidade, um grande privilégio para os grupos.