Ontem, 12 de Novembro, foi o dia Internacional da Tempranillo. E mesmo com um pouquinho de atraso vale falar sobre essa uva muito fácil de amar.

Tempranillo, mas pode chamar de: Cencibel, Tinto Fino, Tinto del Pais, Tinto de Toro, Tinto Madrid, Ojo de Liebre, Ull de Llebre (na Espanha). Aragones, Aragonez, Tinta Aragoneza, Arinto Tinto, Tinta Roriz, Tinta de Santiago (em Portugal).

Versatilidade a define bem. Tempranillo é a casta mais importante de Espanha, formando a espinha dorsal de Rioja e Ribera del Duero, onde é conhecida como Tinto Fino.

Versatilidade a resume. Capaz de fazer vinhos jovens e suculentos, bem como mais austeros, estruturados, finos, envelhecidos em carvalho como em Rioja e Ribeira del Duero.

Tem casca grossa com alto teor de antocianinas o que resulta em vinhos de cor profunda com taninos moderados. Não é conhecida por sua acidez naturalmente alta, pelo que pode originar vinhos um pouco “chatos” e cansativos em localizações muito quentes.
Tem bons exemplares na Argentina e também na Campanha Gaúcha.


Pra mim é uma das #temqueter na adega.

 

Até a próxima taça, Keli Bergamo